Comprando seu carro usado na concessionária

cars-1420635Comprar um carro usado em uma concessionária geralmente é uma boa escolha, principalmente no que tange à qualidade dos veículos. Grandes concessionárias de marcas tradicionais costumam ter padrões rígidos para a aquisição de carros para seu estoque, como forma de evitar que os clientes retornem com os veículos comprados por causa de problemas, e em alguns casos, chegando ao extremo de apelar para ações judiciais para a resolução de insatisfações com a compra de um carro com defeitos. Em resumo, se a concessionária adquirir um carro ruim, possivelmente terá problemas e prejuízos na hora da venda. Então é melhor não arriscar. O padrão de compra destas lojas normalmente só permite carros com até 3 anos de uso e até 60 mil quilômetros rodados. Também são classificados como “fora dos padrões” os carros batidos ou com a necessidade de muitos reparos (pois eleva o seu custo). Seguindo este raciocínio as concessionárias também não adulteram a quilometragem dos carros para evitar futuros problemas na justiça e ainda costumam checar a documentação para evitar comprar um veículo que depois não possam vender por algum tipo de restrição jurídica ou administrativa. Sendo assim, como dito inicialmente, comprar um carro usado em uma concessionária geralmente é uma boa escolha, pois você estará comprando um carro que foi adquirido com muito critério por profissionais (avaliadores) que precisam respeitar padrões de qualidade na hora da compra destes veículos. Vale mencionar ainda que a compra de um carro em uma grande empresa costuma ser garantia de lisura na negociação que deve ser registrada em um termo de compra ou documento similar. Para finalizar, o carro usado vendido pela concessionária tem garantia e você ainda pode aproveitar uma série de serviços agregados oferecidos pela loja como financiamento, seguro, transferência da documentação e acessórios. Então se você está à procura de um carro usado, passe pelas concessionárias e procure uma boa oportunidade. Se encontrar algo que goste não esqueça de fazer um test drive, negociar e pedir desconto. Boa sorte.

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Subaru Impreza – Ken Block

Sem palavras…

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Vai comprar um carro usado? Confira a documentação.

Existem muitos fatores que podem nos levar à compra de um carro usado, mas devemos estar sempre atentos, pois esta compra pode esconder algumas armadilhas. Para tanto, uma medida importante que pode nos livrar de alguns problemas é conferir a documentação do carro que se pretende comprar.

Cheque a autenticidade dos documentos, conferindo placa, número do chassi, nome do proprietário, entre outros. Exija documentos originais, sempre. Veja se, no documento, constam “Alienação Fiduciária” , “Reserva de Domínio” ou, ainda, se é financiado, o que indica que ele pertence à financeira (banco ou outra instituição). A expressão “Sem Reserva” indica que não há impedimentos à transferência da propriedade do veículo.

A partir da placa, confira se o carro está licenciado em seu município. A transferência de veículos de outras cidades incorre em custos, prazos esticados e burocracia.

Compare o número do chassi – gravado perto do motor, nos vidros e na carroceria – com o do certificado do veículo. Os números e letras da gravação na chapa devem estar alinhados, com espaços regulares e contornos uniformes.

Ainda assim, é fundamental entrar em contato com o Detran de sua cidade para checar o histórico do veículo. De posse do número do Renavan e placa do carro, é possível ter acesso a eventuais multas e bloqueios de IPVA ou informações sobre alienação e roubo.

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Motivos para você comprar um carro usado

Ilustração: Stefan

1 – Preço

Para muitos este é o principal motivo para a compra de um carro usado. Embora nos últimos anos as condições de financiamento tenham viabilizado a compra de carros novos para boa parcela da população, os preços dos carros populares no Brasil ainda estão “salgados”. E como as boas condições de financiamento também atendem aos “semi-novos”, é possível encontrar um carro usado para praticamente qualquer “bolso”.

2 – Desvalorização

Um carro popular como o Chevrolet Celta ou o Volkswagen Gol quando comprado “zero quilômetro” sofre uma desvalorização de aproximadamente 20% no primeiro ano. Já para quem compra um carro usado com dois anos de uso, se decidir vender após um ano enfrentará uma desvalorização máxima de 5% aproximadamente, sendo possível até mesmo vender o carro pelo mesmo preço que comprou (sem desvalorização).

3 – Segurança

Pelo mesmo preço de um carro popular modelo básico “zero quilômetro” é possível comprar um carro usado equipado com air bags e freios ABS. Por exemplo: pelo mesmo preço de um Fiat Pálio novo é possível levar um Honda Fit LXL 2005 com os equipamentos mencionados.

4 – Conforto

Assim como no item segurança, pelo mesmo valor de um carro novo básico é possível adquirir um usado com alto padrão de acabamento, bancos de couro, câmbio automático, faróis de neblina, trava das portas e vidros elétricos, alarme, acionamento interno da abertura da tampa do porta-malas e da tampa do tanque de combustível, entre outras coisas que nem em sonho seriam encontradas num modelo popular básico. Por exemplo: pelo mesmo preço de um Volkswagen Gol novo é possível comprar um Toyota Corolla XEi 2005 com os equipamentos mencionados.

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Financiar o carro é fácil! Pagar, nem tanto!

Renato comenta: “Navarro, você já conhece os novos parcelamentos da Ford em até 84 meses? São sete anos para pagar o carro. Isso permite que a compra seja realizada sem entrada e as parcelas caibam (fácil) no bolso do comprador. Qual a sua opinião sobre isso? A facilidade pode permitir que pessoas como eu comprem seu primeiro carro zero. Devo entrar nessa”?

Oi Renato, fiquei sabendo dessa nova alternativa para o carro zero e fiquei atônito, boquiaberto e profundamente decepcionado. Estou sendo dramático, eu sei. Meu drama só não é maior que o das pessoas que entrarem nessa barca furada. Renato, comprar um carro zero e ter que pagá-lo durante os próximos sete anos é um péssimo negócio, sob qualquer aspecto e ponto de vista.

Um exemplo
Vamos imaginar que você esteja interessado no Ford Ka 1.0. Seu preço de tabela é R$ 21.990,00, mas você só pode dar R$ 1000,00 de entrada. Então você visita a concessionária e faz uma simulação junto ao vendedor, que lhe oferece o pagamento em 84 parcelas a um juro de 1,68% ao mês. Animado, você continua com a conversa e pede que ele calcule o valor das prestações. Ainda mais animado, o vendedor informa que cada pagamento mensal será de R$ 468,71. Baratinho né?

O carro acabará custando R$ 40.371,64 ao final dos sete anos. Estou falando de sete anos. Isso é loucura. Qual foi a última vez que você esperou sete anos para trocar de carro? Se você ainda não tem um carro, confie em mim: vai querer trocá-lo antes que este prazo termine. E não, você não fará um bom negócio se trocá-lo no meio do caminho, passando o financiamento adiante ou pegando outro carnê. Procurar justificar um mal negócio é o mesmo que dar uma desculpa chinfrim para a necessidade de realizá-lo. Pense bem.

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O que está por trás dos juros dos financiamentos

O Jornal Nacional, da Rede Globo, divulgou há pouco tempo, uma reportagem sobre financiamento de carros usados, alertando para a cobrança de Taxa de Retorno (ou Fator R), a comissão que é exigida dos clientes pelas lojas para bonificar (ou premiar) os vendedores que fecham os contratos de crédito.

Na simulação da TV, os jornalistas pediram um financiamento de R$ 15.000 para a compra de um modelo 2006, que seriam pagos em 36 prestações. De acordo com o cálculo efetuado, ao final do plano, sem a taxa de retorno, o veículo ficaria por cerca de R$ 21.350 e, com a taxa, R$ 24.200. Ou seja, seriam R$ 2.850 a mais só de comissão, que estariam embutidos nas parcelas do crediário.

O esquema funciona do seguinte modo: o vendedor trabalha com 12 níveis de Taxa de Retorno, que varia de TR zero (a mais baixa) até TR12 (a mais alta). Cada uma delas representa uma taxa de juros e um percentual diferente de comissão que ele ganha sobre cada veículo financiado.

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Dicas para evitar a compra de carros com quilometragem adulterada

Um ato muito comum para aumentar o valor de revenda do veículo e facilitar a venda é a adulteração de sua quilometragem (redução da quilometragem).

Para fugir deste golpe e evitar maiores problemas, devem ser observados os seguintes itens:

– Veículos com uma quilometragem alta possuem os pedais de embreagem, freio e acelerador gastos. Desta maneira, se o veículo possuir uma quilometragem baixa, mas esses itens estiverem gastos, existe um forte indício de adulteração da quilometragem.

– Caso o carro possua menos de 30.000 km, certifique-se de que os quatro pneus são do mesmo lote e se são os originais do veículo. Com essa quilometragem, os pneus devem estar meia vida. Caso sejam velhos ou novos, desconfie.

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